
Pessoal aqui está a primeira parte da entrevista do Rob para a revista Cinemania. A entrevista é antiga, da época do festival de filmes de Cannes, mas o Rob falou muita coisa bacana sobre a sua relação com o personagem Edward Cullen, detalhes que até então eu não sabia e acredito que muitos de vocês também não. Vale a pena conferir.
Não poderia ser de outra forma: olhar sedutor, pele pálida, pequeno sorriso inocente, atitude etérea, tudo isso faz com que eles pareçam de outro planeta, ou ao menos de outra época. Não é difícil imaginar porque ele é um vampiro que pode deixar qualquer garota apaixonada. Como se isso não fosse o bastante, ele é gentil, tem um ótimo senso de humor e gosta de rir de si mesmo. Além disso, ele tem estilo: calça preta e justa e camisa branca com listras pretas. Não é complicado entender porque há centenas de garotas esperando por ele fora da nossa tenda, no festival de filmes em Cannes. Algumas delas estão gritando de um terraço, gritando como se fossem perder as suas vidas se não conseguirem um sorriso ou um autógrafo do ator. Mas Robert Pattinson está completamente inconsciente disso, ao contrário, ele brinca com a sugestão de ser um símbolo de sensualidade. Nós começamos a nossa entrevista com os gritos distantes das fãs ansiosas e com a certeza de que uma verdadeira estrela está nascendo.
“Mmmm… eu não posso dizer nada sobre Lua Nova ainda, pediram-me para manter as grandes expectativas, mas eu posso dar alguns detalhes, tudo bem?”, ele disse assim que nos sentamos. “Esse lugar é um pouco peculiar, não é?”, ele brinca enquanto puxa a sua cadeira que lembra um trono e que cria o clima de um lugar bem minimalista e sofisticado, e embora ele pareça muito cansado, pois não parou de dar entrevistas e de passar por tapetes vermelhos no festival de filmes Francês, ele faz um esforço para não demonstrar isso e fica animado quando nós começamos a conversar, após eu concordar com o trato. “Eu posso dizer que a cena mais estranha que filmamos foi gravada numa escola no Canadá. Quando nós chegamos lá, havia muitos estudantes que ainda estavam assistindo aulas e eu tive que ser bem discreto no local. Foi estranho porque a cena foi muito complicada, tinha uma sensação que eu não posso contar ainda (risos). Eu acho que, no geral, essa sequência será muito mais complexa, mais profunda, e fará com que o meu personagem apresente outra dimensão”, ele nos garantiu.
Mas não haverá apenas transformações nessa sequência, o próprio Pattinson experimentou uma mudança na forma como ele aborda esse território. “Quando nós estávamos filmando Crepúsculo, eu costumava dizer que me deixava nervoso ficar perto de tantas pessoas da equipe. No entanto, foi estranho como essa sensação mudou em Lua Nova. Isso talvez tenha a ver com se acostumar ao significado de estar em um grande estúdio de filmagens e, no geral, uma super produção. Eu fiquei surpreso com o quão relaxado eu estava o tempo todo, honestamente. O que não é algo normal para mim. Eu me senti muito confiante pela primeira vez, eu realmente compreendi o sentido do filme, aonde o Chris queria levá-lo e o que ele queria transmitir, as emoções, o clima, tudo por trás de Edward. Eu aprendi muito em Crepúsculo, e eu não havia percebido isso até retornar para a sequência. Foi quando eu descobri os novos recursos que eu havia adquirido. Por exemplo, as coisas que mais me perturbavam deixaram de ser importantes. Você perde o medo de estragar tudo, você aprende a tentar novas técnicas e isso é ótimo. Você conquista uma nova confiança como ator e mais liberdade também. Eu espero que esse seja um processo contínuo. Agora eu compreendo porque, com o passar do tempo, você consegue melhores papéis. Você precisa de muita experiência para capturar emoções com a câmera e tornar o filme seu. Mas eu acho que estou no caminho certo. Mas ainda há muito que eu preciso apreender…”, ele diz,
Mas não é só quanto a um novo nível de experiência, é também um novo nível emocional. Esse vampiro parece ter mudado a vida de Robert e é algo que você poderá observar no novo filme, de acordo com o ator. “É claro que outra coisa que aconteceu é que eu me senti muito mais próximo do meu personagem. É incrível a quantidade de emoções com as quais você pode se conectar quando você sabe mais sobre ele. Isso dá a você mais intuição e você fica mais natural. É como se você estivesse começando a decifrar tudo na mente dele e atuar quase instintivamente. Entrar em um papel intenso como esse, é um processo incrível. Você nunca imagina o que poderá despertar dentro de você até que você o interprete e o torne seu”.
Mesmo que Edward e Robert tenham tornado-se muito mais próximos, isso faz com que os dois tenham um relacionamento muito mais comprometido um com o outro. “A coisa mais difícil para mim nessa sequência, foi encontrar a maneira certa de expressar sentimentos bastante complexos. O meu personagem precisa passar por muitos estágios emocionais. É um papel muito profundo, com uma história muito especial, cheia de razões escondidas. Às vezes, tentar exteriorizar isso e interpretar da forma certa pode ser muito difícil”.
Apesar de Rob não saber o que deveria fazer na maioria das vezes, se existe algo que ele aprendeu, foi conhecer cada milímetro dos limites do que esse vampiro pode fazer. “Eu acho que desenvolvi intuição o suficiente para saber pelo menos que tipo de decisão o Edward nunca tomaria. E eu acho que isso é algo que o público também sabe. As pessoas que assistem a esse filme, sendo ou não especialistas em cinema, elas podem dizer se os atores estão tomando as decisões certas ou não. E isso é algo que acontece em todos os filmes. As pessoas, que assistem você nas telas, sentem a química que você tem, e o que isso transmite a você é algo muito especial. É por isso que é importante levar a sério, cada cena, cada pequena decisão é importante. Você pode sentir, o restante do elenco e da equipe pode sentir, e as pessoas sentirão! Há uma relação tão grande entre o público e o filme que eu não consigo parar de me sentir surpreso com isso, e é algo que eu respeito muito. Eu sempre tento dar o melhor de mim em cada tomada e estar preparado todas as vezes que eu entro no set. Não é um jogo de forma alguma, apesar é claro, de ser divertido fazer o meu trabalho, e isso é um grande privilégio”.“Para mim, os filmes são muito parecidos com a vida real, e com os relacionamentos. Às vezes, você não sabe como encontrar a pessoa certa, mas ao menos você sabe no que está interessado. O mesmo acontece com roteiros e histórias (risos). Há projetos que você sabe quase imediatamente que foram feitos para você e que você poderá interpretá-los naturalmente, e outros onde você tenta se imaginar e sabe que não são para você. Isso soa familiar?”, ele me perguntou.
E isso nos leva a uma área muito importante da vida desse ator, pois aos 23 anos ele conseguiu estabelecer-se como centro da atenção pública no mundo inteiro. Mas aqui vem a melhor parte: planejar a própria carreira. “Eu não parei de trabalhar esse ano e eu estou envolvido em muitos projetos diferentes, fora de Crepúsculo e Lua Nova. Eu posso dizer que a maioria dos personagens que eu escolhi e que cada papel em que você me verá no futuro, tem uma orientação muito pessoal, pois essas são histórias que eu senti que tinha que fazer. Não me pergunte por que, eu apenas sabia! Mas a verdade é que, eu não tenho um plano, e eu também não estou seguindo uma estratégia. Eu apenas tento ser fiel ao que o meu coração diz e é só isso”.“Eu acho que nesse sentido, eu sonho com as mesmas coisas que todo ator: fazer coisas sobre as quais eu sou apaixonado, e coisas das quais posso me orgulhar, o que soa muito simples, mas que é difícil de conseguir, pois na indústria do cinema, sempre existirão pequenos fatores que não dependem de você”.
Outra semelhança que ele apresenta com o personagem, cujo surpreendentemente ele nunca viu como um vampiro, é a sua capacidade analítica e a forma como ele pondera cada aspecto da sua vida. “Eu acho que o fato de ele ser um vampiro é o que menos o define. De verdade. Eu sei que é difícil de acreditar, mas para mim essa condição é apenas parte de diferentes circunstâncias na vida dele. Ele pensa sobre as coisas de uma forma muito realista, ele pensa que tomar uma decisão ou outra é algo muito importante, de acordo com as coisas que se apresentam para ele e o que o coração dele diz. Muitas dessas decisões são novas e essa é a primeira vez que ele precisa tomá-las, é por isso que é muito importante para ele pensar e saber até aonde ele pode ir, com cada um de seus passos”.“Nesse sentido, é no que eu mais me pareço com ele. Há um bando de novas emoções e experiências que são novas para mim e eu estou aprendendo com elas. Um exemplo? Eu pensei em comemorar o meu aniversário no mesmo bar aonde eu sempre comemorava, e eu não pensei que fosse causar tanto tumulto. Apenas eu consigo ser tão óbvio! Eu aprendi que as coisas mudaram na minha vida, e agora eu preciso pensar duas vezes aonde eu vou, com quem, a que horas e por que. E, acredite em mim, não é fácil chegar a essa conclusão”.
Mas, embora o ator Britânico ainda não esteja acostumado ao movimento que ele causa apenas por pisar na rua, ele não se arrepende de forma alguma quanto a ser parte de Crepúsculo. “Foi muito interessante ver como tudo aconteceu, pois ninguém imaginava como esse filme seria ou até onde esse projeto iria. Nós sabíamos que seria algo muito diferente do que já havia sido feito antes sobre vampiros, e as únicas coisas que estavam claras para mim, era que eu precisava torná-lo um personagem divertido de interpretar, que esse era um novo desafio e algo arriscado. Foi por isso que eu escolhi Edward. E sim, isso está sendo parte de um processo muito importante na minha vida, algo que continua a me surpreender cada vez mais, que se tornou algo muito mais profundo do que eu poderia imaginar e que está me dando infinitas possibilidades de trabalho. Além disso, existe algo que eu amo e que me conecta profundamente com ele, e que é o quão próximo Edward é de suas emoções. A super sensibilidade que ele possui de ler outras pessoas me fascina. O poder de conhecer tanto sobre si mesmo e de ser tão introspectivo, é uma parte com a qual eu posso me relacionar muito e isso me intriga”.
“Mmmm… eu não posso dizer nada sobre Lua Nova ainda, pediram-me para manter as grandes expectativas, mas eu posso dar alguns detalhes, tudo bem?”, ele disse assim que nos sentamos. “Esse lugar é um pouco peculiar, não é?”, ele brinca enquanto puxa a sua cadeira que lembra um trono e que cria o clima de um lugar bem minimalista e sofisticado, e embora ele pareça muito cansado, pois não parou de dar entrevistas e de passar por tapetes vermelhos no festival de filmes Francês, ele faz um esforço para não demonstrar isso e fica animado quando nós começamos a conversar, após eu concordar com o trato. “Eu posso dizer que a cena mais estranha que filmamos foi gravada numa escola no Canadá. Quando nós chegamos lá, havia muitos estudantes que ainda estavam assistindo aulas e eu tive que ser bem discreto no local. Foi estranho porque a cena foi muito complicada, tinha uma sensação que eu não posso contar ainda (risos). Eu acho que, no geral, essa sequência será muito mais complexa, mais profunda, e fará com que o meu personagem apresente outra dimensão”, ele nos garantiu.
Mas não haverá apenas transformações nessa sequência, o próprio Pattinson experimentou uma mudança na forma como ele aborda esse território. “Quando nós estávamos filmando Crepúsculo, eu costumava dizer que me deixava nervoso ficar perto de tantas pessoas da equipe. No entanto, foi estranho como essa sensação mudou em Lua Nova. Isso talvez tenha a ver com se acostumar ao significado de estar em um grande estúdio de filmagens e, no geral, uma super produção. Eu fiquei surpreso com o quão relaxado eu estava o tempo todo, honestamente. O que não é algo normal para mim. Eu me senti muito confiante pela primeira vez, eu realmente compreendi o sentido do filme, aonde o Chris queria levá-lo e o que ele queria transmitir, as emoções, o clima, tudo por trás de Edward. Eu aprendi muito em Crepúsculo, e eu não havia percebido isso até retornar para a sequência. Foi quando eu descobri os novos recursos que eu havia adquirido. Por exemplo, as coisas que mais me perturbavam deixaram de ser importantes. Você perde o medo de estragar tudo, você aprende a tentar novas técnicas e isso é ótimo. Você conquista uma nova confiança como ator e mais liberdade também. Eu espero que esse seja um processo contínuo. Agora eu compreendo porque, com o passar do tempo, você consegue melhores papéis. Você precisa de muita experiência para capturar emoções com a câmera e tornar o filme seu. Mas eu acho que estou no caminho certo. Mas ainda há muito que eu preciso apreender…”, ele diz,
Mas não é só quanto a um novo nível de experiência, é também um novo nível emocional. Esse vampiro parece ter mudado a vida de Robert e é algo que você poderá observar no novo filme, de acordo com o ator. “É claro que outra coisa que aconteceu é que eu me senti muito mais próximo do meu personagem. É incrível a quantidade de emoções com as quais você pode se conectar quando você sabe mais sobre ele. Isso dá a você mais intuição e você fica mais natural. É como se você estivesse começando a decifrar tudo na mente dele e atuar quase instintivamente. Entrar em um papel intenso como esse, é um processo incrível. Você nunca imagina o que poderá despertar dentro de você até que você o interprete e o torne seu”.
Mesmo que Edward e Robert tenham tornado-se muito mais próximos, isso faz com que os dois tenham um relacionamento muito mais comprometido um com o outro. “A coisa mais difícil para mim nessa sequência, foi encontrar a maneira certa de expressar sentimentos bastante complexos. O meu personagem precisa passar por muitos estágios emocionais. É um papel muito profundo, com uma história muito especial, cheia de razões escondidas. Às vezes, tentar exteriorizar isso e interpretar da forma certa pode ser muito difícil”.
Apesar de Rob não saber o que deveria fazer na maioria das vezes, se existe algo que ele aprendeu, foi conhecer cada milímetro dos limites do que esse vampiro pode fazer. “Eu acho que desenvolvi intuição o suficiente para saber pelo menos que tipo de decisão o Edward nunca tomaria. E eu acho que isso é algo que o público também sabe. As pessoas que assistem a esse filme, sendo ou não especialistas em cinema, elas podem dizer se os atores estão tomando as decisões certas ou não. E isso é algo que acontece em todos os filmes. As pessoas, que assistem você nas telas, sentem a química que você tem, e o que isso transmite a você é algo muito especial. É por isso que é importante levar a sério, cada cena, cada pequena decisão é importante. Você pode sentir, o restante do elenco e da equipe pode sentir, e as pessoas sentirão! Há uma relação tão grande entre o público e o filme que eu não consigo parar de me sentir surpreso com isso, e é algo que eu respeito muito. Eu sempre tento dar o melhor de mim em cada tomada e estar preparado todas as vezes que eu entro no set. Não é um jogo de forma alguma, apesar é claro, de ser divertido fazer o meu trabalho, e isso é um grande privilégio”.“Para mim, os filmes são muito parecidos com a vida real, e com os relacionamentos. Às vezes, você não sabe como encontrar a pessoa certa, mas ao menos você sabe no que está interessado. O mesmo acontece com roteiros e histórias (risos). Há projetos que você sabe quase imediatamente que foram feitos para você e que você poderá interpretá-los naturalmente, e outros onde você tenta se imaginar e sabe que não são para você. Isso soa familiar?”, ele me perguntou.
E isso nos leva a uma área muito importante da vida desse ator, pois aos 23 anos ele conseguiu estabelecer-se como centro da atenção pública no mundo inteiro. Mas aqui vem a melhor parte: planejar a própria carreira. “Eu não parei de trabalhar esse ano e eu estou envolvido em muitos projetos diferentes, fora de Crepúsculo e Lua Nova. Eu posso dizer que a maioria dos personagens que eu escolhi e que cada papel em que você me verá no futuro, tem uma orientação muito pessoal, pois essas são histórias que eu senti que tinha que fazer. Não me pergunte por que, eu apenas sabia! Mas a verdade é que, eu não tenho um plano, e eu também não estou seguindo uma estratégia. Eu apenas tento ser fiel ao que o meu coração diz e é só isso”.“Eu acho que nesse sentido, eu sonho com as mesmas coisas que todo ator: fazer coisas sobre as quais eu sou apaixonado, e coisas das quais posso me orgulhar, o que soa muito simples, mas que é difícil de conseguir, pois na indústria do cinema, sempre existirão pequenos fatores que não dependem de você”.
Outra semelhança que ele apresenta com o personagem, cujo surpreendentemente ele nunca viu como um vampiro, é a sua capacidade analítica e a forma como ele pondera cada aspecto da sua vida. “Eu acho que o fato de ele ser um vampiro é o que menos o define. De verdade. Eu sei que é difícil de acreditar, mas para mim essa condição é apenas parte de diferentes circunstâncias na vida dele. Ele pensa sobre as coisas de uma forma muito realista, ele pensa que tomar uma decisão ou outra é algo muito importante, de acordo com as coisas que se apresentam para ele e o que o coração dele diz. Muitas dessas decisões são novas e essa é a primeira vez que ele precisa tomá-las, é por isso que é muito importante para ele pensar e saber até aonde ele pode ir, com cada um de seus passos”.“Nesse sentido, é no que eu mais me pareço com ele. Há um bando de novas emoções e experiências que são novas para mim e eu estou aprendendo com elas. Um exemplo? Eu pensei em comemorar o meu aniversário no mesmo bar aonde eu sempre comemorava, e eu não pensei que fosse causar tanto tumulto. Apenas eu consigo ser tão óbvio! Eu aprendi que as coisas mudaram na minha vida, e agora eu preciso pensar duas vezes aonde eu vou, com quem, a que horas e por que. E, acredite em mim, não é fácil chegar a essa conclusão”.
Mas, embora o ator Britânico ainda não esteja acostumado ao movimento que ele causa apenas por pisar na rua, ele não se arrepende de forma alguma quanto a ser parte de Crepúsculo. “Foi muito interessante ver como tudo aconteceu, pois ninguém imaginava como esse filme seria ou até onde esse projeto iria. Nós sabíamos que seria algo muito diferente do que já havia sido feito antes sobre vampiros, e as únicas coisas que estavam claras para mim, era que eu precisava torná-lo um personagem divertido de interpretar, que esse era um novo desafio e algo arriscado. Foi por isso que eu escolhi Edward. E sim, isso está sendo parte de um processo muito importante na minha vida, algo que continua a me surpreender cada vez mais, que se tornou algo muito mais profundo do que eu poderia imaginar e que está me dando infinitas possibilidades de trabalho. Além disso, existe algo que eu amo e que me conecta profundamente com ele, e que é o quão próximo Edward é de suas emoções. A super sensibilidade que ele possui de ler outras pessoas me fascina. O poder de conhecer tanto sobre si mesmo e de ser tão introspectivo, é uma parte com a qual eu posso me relacionar muito e isso me intriga”.
0 comentários:
Postar um comentário