sábado, 25 de julho de 2009

SITE MSN CONTA DETALHES DO COMIC-CON 2009


No primeiro dia da Comic-Con, a conferencia da imprenssa começou as 9:30 da manha – muito cedo você diria. Mas o fato é que a Summit Entertainment, o estúdio por trás da conferência da “A Saga Crepúsculo:Lua Nova”, poderia ter marcado as 4 da manha e ainda teríamos vários repórteres chegando para cobrir um dos maiores fenômenos da cultura pop. Depois de uma breve introdução, a razão pela qual estamos aqui chega, os artistas de “Lua Nova” tomam seus lugares. Primeiro Kristen Stewart, parecendo uma roqueira com seu cabelo tingido de preto e usando uma camiseta Minor Threat; Taylor Lautner e Rob Pattinson tem um look meio grunge usando camisetas xadrez, talvez a filmagem no Noroeste do Pacífico esteja tirando seu gosto pela moda. Mas para milhares de pessoas na fila há apenas alguns metros de distancia para chegar no painel a 1:45 e ter a primeira olhada nas cenas e “Lua Nova” eles não são somente Stewart, Lautner e Pattinson. Eles são também Bella, Jacob e Edward: o triangulo amoroso entre humana-lobisomem-vampiro no coração da seqüência de “Crepúsculo”. Muito antes dos fãs enlouquecidos alegarem sua aliança com Team Jacob ou Team Edward, a Comic-Com do ano passado foi onde a multidão aprovou “Crepúsculo” com seus aplausos e sua presença. Lautner ainda parece surpreso “Eu acho que a Comic-Com do ano passado abriu nossos olhos”. E ainda com todo o stress e a atenção do dia, os três têm uma grande camaradagem e amizade, terminando as frases um do outro e zoando das respostas. Quando Lautner fala sobre seu regime de exercícios que o transformou no principal de “Lua Nova”, Stewart olha para ele, flexiona seu bíceps e o sente, aprovando enquanto ele termina sua resposta. Trabalhando com uma pergunta mandada pela leitora do MSN Miranda Locke, eu pergunto ao trio: Qual dos livros os faz responder mais como leitores ou como atores, ou qual livro os deixa mais ansioso para filmar? Lautner fala primeiro: “Meu livro favorito é o “Eclipse”, então eu estou muito empolgado...” Stewart imita um movimento explosivo e diz, “Ação!” e Lautner ri antes de continuar: “Vai ter ação, sim. O nível de ação cresce na serie então acho que gosto disso. Mas também o fato da serie ter o romance entre Edward e Bella e a amizade de Bella e Jacob cresce em “Lua Nova”, mas em “Eclipse” os três estão fisicamente juntos, e temos que nos juntar e tomar a decisão de sermos amigos para proteger a Bella. Então eu acho que esse é o ponto Maximo do triangulo amoroso, e eu estou animado para chegar lá”. Stewart, ocasionalmente passa suas mãos pelo seu cabelo estilo Joan Jett (pintado para o filme The Runaways) dá seu ponto de vista: “Eu gostei de “Lua Nova” nos termos de o quanto eu consigo quebrar minhas barreiras durante a serie. Eu sinto que depois de “Lua Nova” a serie da uma acalmada já que a Bella está feliz e satisfeita. Mas no segundo livro ela não é nada, esta literalmente perdida e eu tenho que achá-la novamente. Então o segundo com certeza”. Pattinson concorda: ““Lua Nova” é meu livro favorito também porque eu gosto da sobreposição.. eu conheço varias pessoas que acham que o Edward é um personagem agitado, mas em “Lua Nova” ele é muito humilde. E seu personagem está vivendo com a Bella, mas ele ama tanto algo que não consegue ficar junto, então ele deliberadamente termina a relação. E essa é uma coisa com a qual muitos se identificam e muito dolorosa. Sim e a cena final de luta, a Bella tem que se perguntar se teve tudo que queria... e ela salva o Edward assim como faz em todos os livros”. Mais tarde naquele dia, em um grupo de entrevistas eu perguntei a mesma coisa a Ashley Greene, que faz o papel de Alice Cullen. Ela nem teve que pensar na resposta:”Eu honestamente acho que respondi ao primeiro livro. Ele me jogou nesse mundo e capturou minha mente, e eu não conseguia parar de ler. Eu li em provavelmente um dia e meio, 14 horas. Para mim, eu fiquei meio apegada a esse livro porque ele foi a razão pela qual eu lutei tanto para entrar no filme, e é a razão pela qual estou aqui agora. Então em relação a ficar apegada e sou do primeiro livro “Crepúsculo”. Nessas sessões de entrevistas eu tive mais chances de fazer perguntas a Stewart e Lautner. Eu perguntei a Stewart sobre um dos melhores momentos do primeiro filme, quando Bella está sendo levada para fora da cidade, correndo pela sua vida, e ela olha para seus amigos normais se preparando para o baile. É um momento singular de atuação, e para mim resume o jeito que o realismo emocional do filme contrasta com a ação sobrenatural. Esse tom balanceado é, para mim, uma grande parte do que faz “Crepúsculo” dar certo. Então eu perguntei a Stewart e a Lautner : Quais são, para vocês, as melhores cenas de “Lua Nova” nas quais vocês tem que liberar a emoção? Stewart começa “Quando Jacob pede para Bella não ir. Eles já estabeleceram que não vai dar certo e é o momento mais difícil... e ela é tão provocadora, é insano. E não é culpa dela. Eu pergunto a Stewart: A Bella não é malvada, ela é só escrita daquele jeito? Stewart ri “Sim”. Lautner menciona uma cena diferente, que para ele complete as lutas sobrenaturais de “Lua Nova” com emoções: “Tem um momento no final quando ela esta entrando no carro e eu imploro a ela para não ir. Nós tivemos tantos momentos assim, por isso eu acho que esse filme vai quebrar vários corações. Tem a cena quando eu descubro que sou um lobisomem, e estou lidando com meus próprios problemas e é difícil para mim ouvir e saber que eu posso não ser o melhor para ela. Eu digo a ela que não deveríamos ser amigos mais. É muito difícil para nós dois.” Mais tarde nos falamos com o diretor Chris Weitz, eu pergunto a ele como ele se sente entrando no grande mundo da franquia de “Crepúsculo” e de Catherine Hardwicke. “Ele é bem feminino” Nota Weitz dando risada, mas então ele explica: “Não tem nada de errado com isso. Se alguém te da uma chance de faz um filme e você sabe que muitas pessoas vão ver, isso é fantástico. Isso vai soar tosco porque eles já me ouviram falar isso varias vezes mas eu estive casado com um grande elenco, com livros que as pessoas amam, com uma roteirista que adaptou o primeiro muito bem e fez um ótimo trabalho com um monte de material. Eu acho que o desafio é... no começo, a noção de ter um diretor homem para os fãs do livro. Teria eu a sensibilidade de entender a trama da Bella? Eles mal sabem como eu sou parecido com a Bella” relaxado e depreciador de si mesmo, Weitz ganha a sala quando explica sua Bella interior: “Eu posso me identificar com a parte do termino da relação, exceto com a parte na qual eles ficam juntos no final. Isso nunca funciona na vida real como funciona na serie “Crepúsculo”. Eu perguntei a Weitz se ele vai manter o mesmo look cheio de nuvens Noroeste do Pacífico como em “Crepúsculo” e ele explica, “Sim... e não. O Noroeste do Pacifico te dá seu próprio visual no qual a luz fica difusa por causa da umidade do ar e da neblina e chuva, mas nós sabíamos também que teríamos a luz do sol na seção italiana do filme, e eu queria mais cor no filme, então essa é provavelmente uma mudança. A mudança é claro é trabalho da roteirista Melissa Rosenberg. Especificamente adaptando os livros de Stephenie Meyer para as telonas, uma tarefa comparada com fazer uma sopa de uma ostra: Não importa quanto você ferva, ainda tem muito material para lidar." Eu perguntei a ele sobre o que ela teve que cortar para colocar “Lua Nova” nas telonas e o que ela se arrepende de ter tirado. “Isso é interessante: Teve muita coisa do livro que eu não tive como fazer, e tem coisas no roteiro que tivemos que cortar por causa da produção”, diz ela. “O que eu acho é que eu penso. “Ai meu Deus nós temos que ter esse momento aqui!” E ele ferve, ferve e a sopa fica com um gosto bom. Então eu não sinto tanta falta das coisas, porque estão capturadas em uma outra cena. Tudo é condensado; então enquanto você tiver levando os personagens na mesma jornada emocional, você não perde tanto as coisas especificas. Mas eu acho que capturamos todos os momentos essenciais. Então se o publico teve a mesma jornada que tiveram com o livro, eu acho que ficarão satisfeitos. Eu sei, como uma escritora, que tive essa jornada com o produto final.Enquanto as pessoas do PR levam Weitz, Rosenberg e Greene para seu próximo compromisso, perguntam a Weitz uma ultima coisa, sobre a relação de sua família com sagas de vampiros. Ele sorri e explica:”Sim, é engraçado, nó somos ligados a vampiros. Para aqueles que não sabem minha avó (Lupita Tovar) era uma atriz mexicana de filmes mudos e no começo dos filmes falados e ela fez uma versão de Drácula em espanhol em 1931. Tem uma conexão com vampiros ai”. Eu, é claro, não consigo resistir: No sangue, se quiser? Weitz, bêbado na manha de um dia cheio com varias entrevistas, ri e concorda: “Isso praticamente se escreve sozinho”.

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